demissão

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domingo, 23 de dezembro de 2012

Para nos rirmos um bocado na antevéspera de Natal...Mais uma de cavaco.

Manifesto Anti-Cavaco

Poema de Natal

POSTAL DE NATAL DE UMA PUTA EM MINNEAPOLIS


Olá Charley, estou grávida
E a viver na rua 9
Mesmo por cima de uma livraria nojenta
à beira de Euclid Avenue
Deixei de meter droga
E parei de beber whiskey
O meu homem toca trombone
E trabalha no caminho de ferro

Ele diz que gosta de mim
Ainda que o bebé não seja dele
Diz que o vai criar como a um verdadeiro filho
Ofereceu-me um anel que a mãe costumava usar
E sai comigo pra dançar
Todos os sábados à noite

E Charley, penso sempre em ti
Todas as vezes que passo numa bomba de gasolina
Por causa da brilhantina que usavas o cabelo
E ainda tenho aquele disco de Little Anthony e os Imperials
Mas roubaram-me o gira-disco
O que é que se há-de fazer?...

Olha Charley, quase dei em doida
Quando o Mário foi de cana
Por isso voltei para Omaha
Para viver com os meus velhos
Mas toda a gente que conhecia
Ou morreu ou estava presa
Então voltei para Minneapolis
E desta vez penso que vou ficar por cá

Sabes Charley, pela primeira vez desde o acidente
Parece-me que sou feliz
Só queria ter agora todo o dinheiro
Que costumávamos gastar em droga
Comprava um parque de carros usados
E não vendia nenhum
Para usar um diferente em cada dia
A condizer com a maneira como me sentiste

Oh Charley, por amor de Deus,
Queres saber toda a verdade?
Não tenho nenhum marido
Ele não toca trombone
E preciso de dinheiro emprestado
para pagar ao advogado
E olha Charley, devo sair com pena suspensa
No dia de S. Valentim.

Tom Waits

...Por uma certa ordem neste caos...Pachelbel- Canon

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O Presidente da República tem um papel fundamental ? Só se for para...


O Presidente da República tem um papel fundamental como garante do regular funcionamento das instituições, assegurando que o Estado não funciona à margem da Constituição. Por isso o Presidente jura não apenas cumprir mas também fazer cumprir a Constituição. E fazer cumprir a Constituição implica garantir que os direitos fundamentais das pessoas não sejam desrespeitados. Ora Cavaco Silva já desrespeitou a Constituição no ano passado, ao não sujeitar a fiscalização preventiva um Orçamento do Estado que confiscou 25% dos rendimentos de centenas de milhares de cidadãos. Parece, no entanto, que este ano Cavaco vai deixar passar mais um Orçamento inconstitucional, a pretexto de que não quer prejudicar a sua entrada em vigor. A vigência tardia do Orçamento já aconteceu inúmeras vezes sem consequências de maior, sendo até muito frequente em anos eleitorais. A sucessiva promulgação de Orçamentos inconstitucionais pelo Presidente é, pelo contrário, um acto da maior gravidade, representando a quebra do seu compromisso de defesa da Constituição. Um conselheiro de Estado disse, no entanto, que o país não poderia esperar que o Presidente fosse interventivo pois isso seria pedir a um herbívoro que funcionasse como carnívoro. Mas o papel constitucional do Presidente é precisamente ser interventivo na defesa da Constituição. Se Cavaco não pretende exercer os poderes do cargo, o que deve fazer é renunciar ao mesmo. 


Luís Menezes Leitão
Professor da Faculdade de Direito de Lisboa

José Dias Coelho ( A morte saiu à rua)

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Um incompetente contumaz...

Não é de agora que Gaspar falha previsões Ministro foi diretor de Estudos Económicos do Ministério das Finanças no Governo de Braga de Macedo, o das previsões erradas da «teoria do oásis»
PorRedacção Vanessa Cruz 2012-12-17 10:57 1 2 3 4 5 4

Não é de agora que Vítor Gaspar falha nas previsões para a economia portuguesa. O filme de 2012 já tinha acontecido em 1993. O único ano de recessão na década de 90 teve o dedo do atual ministro das Finanças. Na altura, quem mandava nessa pasta era Braga de Macedo, o ministro otimista, de tal forma que as suas estimativas até ficaram conhecidas como a «teoria do oásis». No ano anterior, em 1992, Gaspar era diretor do departamento de estudos económicos do Ministério das Finanças. Portanto, esteve por detrás das previsões feitas para 1993. O «oásis» acabou por se traduzir numa recessão, menor do que a vivemos hoje, mas uma recessão. Previa-se um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2% em 1993, mas a economia acabou por recuar 0,7%. Uma grande diferença face ao ano anterior, em que a riqueza criada tinha aumentado 3,1%. No Orçamento do Estado para 2012, o cenário era outro: as estimativas já estavam marcadas pelo pessimismo - uma recessão de 2,8%, a maior dos últimos 30 anos. Afinal será de 3%. Ainda pior. O balanço final só será feito em 2013. A ilação que se pode tirar até agora é que não acertou à primeira. Parece que o pessimismo, afinal, até tinha sido otimista. Receita fiscal: 20 anos depois, as semelhanças Porém, é mesmo na receita fiscal que se verifica o maior desfasamento em relação ao projetado inicialmente e ao que a execução orçamental vem apurando. O Orçamento do Estado para 2012 previa que aumentasse 2,9%. Mas, este ano, as derrapagens foram sucessivas. Passou-se do sinal (+) para o sinal (-) num instante, logo em janeiro, mês em que a receita fiscal afundou 7,9%. De lá para cá, o encaixe com impostos foi de mal a pior. Segundo a execução orçamental de outubro - últimos dados conhecidos - a derrapagem já ia em 4,6%. Os dados de novembro serão divulgados no final desta semana. As previsões foram «excessivamente» otimistas. O Conselho de Finanças Públicas por diversas vezes o repetiu. O Governo lá acabou por rever os números, mas o o relatório do OE2013 ainda aponta para uma receita de 1.400 milhões de euros em 2012, para a qual a Unidade Técnica de Apoio Orçamental diz que (UTAO) «não se encontra justificação». A UTAO vaticina: as receitas fiscais vão deixar um buraco de 0,4% no PIB este ano. Recuemos, pois, vinte anos. Em 1993, o Orçamento do Estado aprovado previa um encaixe à volta de 3.340 milhões de contos (16.660 milhões de euros) com as receitas correntes. Mas o Orçamento final, corrigido de alterações orçamentais, já estimava menos 364,7 milhões de contos (1,8 milhões de euros). E isso aconteceu porque a receita fiscal teve um desempenho bem pior do que se estava à espera: verificaram-se «decréscimos nos impostos diretos, de que fazem parte o IRS e o IRC (-163 milhões de contos) [ou 813 mil euros] e nos impostos indiretos (-210,3 milhões) ou [1 milhão de euros]», como o IVA, lê-se na Conta Geral do Estado desse ano. Embora depois, na execução orçamental, estas rubricas tivessem sido melhores do que no Orçamento final, a revisão de previsões já lá estava. E, no final de contas, o que é facto é que as receitas correntes efetivamente cobradas caíram 5,3% em relação a 1992 (-4,8% no caso dos impostos diretos, -0,2% no caso dos indiretos). Portanto, o otimismo em relação à evolução da receita fiscal de um ano para o outro não tinha razão de ser. As contas, preto no branco, revelaram outra realidade. Do «oásis», 1993 ficou isolado na década de 90 com o carimbo da recessão. Ela voltou depois em 2003 (-0,9%), 2009 (-2,9%), 2011 (-1,6%) e, claro, agora em 2012. Sabe-se que 2013 também não escapará, prevendo-se que a economia contraia 1%. Na última revisão de estimativas feitas pelo Governo, o dedo de Gaspar deixou esta intacta.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Longa é a noite...Modern Jazz Quartet -"Django"

Os eunucos devoram-se a si mesmos












Não mudam de uniforme, são venais 
E quando os mais são feitos em torresmos 
Defendem os tiranos contra os país 
Em tudo são verdugos mais ou menos 
No jardim dos harens os principais 
E quando os mais são feitos em torresmos
Não matam os tiranos pedem mais 
Suportam toda a dor na calmaria 
Da olímpica visão dos samurais 
Havia um dona a mais na satrapia 
Mas foi lançado à cova dos chacais 
Em vénias malabares à luz do dia 
Lambuzam da saliva os maiorais 
E quando os mais são feitos em fatias 

Não matam os tiranos pedem mais

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

pois,pois,não temos orçamento para isto...

CHARNECA EM FLOR


















CHARNECA EM FLOR


Enche o meu peito, num encanto mago,
O frêmito das coisas dolorosas...
Sob as urzes queimadas nascem rosas...
Nos meus olhos as lágrimas apago...

Anseio! Asas abertas! O que trago
Em mim? Eu oiço bocas silenciosas
Murmurar-me as palavras misteriosas
Que perturbam meu ser como um afago!

E nesta febre ansiosa que me invade,
Dispo a minha mortalha, o meu burel,
E, já não sou, Amor, Sóror Saudade...

Olhos a arder em êxtases de amor,
Boca a saber a sol, a fruto, a mel:
Sou a charneca rude a abrir em flor!

Florbela Espanca

domingo, 9 de dezembro de 2012

Vale a pena ler:OS FANTASMAS de Luís Manuel Cunha

OS FANTASMAS


Esta coisa de escrever crónicas “é um jogo permanente entre o estilo e a substância”. Uma luta entre “o deboche estilístico” do gozo da escrita e“a frieza analítica” do pensamento do cronista. Por isso, enquanto cidadão, só posso ver este governo como uma verdadeira praga bíblica que caiu sobre um povo que o não merecia. Mas, enquanto cronista,encaro-o como uma dádiva dos céus, um maná dos deuses, “um harém de metáforas”, uma verdadeira girândola de piruetas estilísticas. Tomemos como exemplo o ministro Gaspar. Licenciado e doutorado em Economia, fez parte da carreira em Bruxelas onde foi director do Departamento de Estudos do BCE. Por cá, passou pelo Banco de Portugal, foi chefe de gabinete de Miguel Beleza e colaborador de Braga de Macedo. É o actual ministro das Finanças. Pois bem. O cronista olha para este “talento” e que vê nele? Um retardado mental? Uma rábula com olheiras? Um pantomineiro idiota? Não me compete, enquanto cidadão, dar a resposta. Mas não posso deixar de referir a reacção ministerial à manifestação de 15 de Setembro que, repito, adjectivava os governantes onde se inclui o soporífero Gaspar, como “gatunos, mafiosos, carteiristas, chulos, chupistas, vigaristas, filhos da puta”. Pois bem. Gaspar afirmou na Assembleia da República que o povo português, este mesmo povo português que assim se referia ao seu governo, “revelou-se o melhor povo do mundo e o melhor activo de Portugal”! Assumpção autocrítica de alguém que também é capaz de, lucidamente, se entender, por exemplo, como um “chulo” do país? Incapacidade congénita de interpretar o designativo metafórico de “filhos da puta”? Não me parece. Parece-me sim um exercício de cinismo, sarcástico e obsceno, de quem se está simplesmente“a cagar” para o povo que protesta. A ser assim, julgo como perfeitamente adequado repetir aqui uma passagem de um texto em forma de requerimento “poético” de 1934. Assim: “A Nação confiou-lhe os seus destinos?.../Então, comprima, aperte os intestinos./Se lhe escapar um traque, não se importe…/Quem sabe se o cheira-lo nos dá sorte?/Quantos porão as suas esperanças/Num traque do ministro das Finanças?.../E quem viver aflito, sem recursos/Já não distingue os traques dos discursos.” Provavelmente o sr. Ministro desconhecerá a história daquele gajo que era tão feio, tão feio, que os gases andavam sempre num vaivém constante para cima e para baixo, sem saber se sair pela boca se pelo ânus, dado que os dois orifícios esteticamente se confundiam. Pois bem. O sr. Ministro é o primeiro, honra lhe seja concedida, que já confunde os traques com os discursos. Os seus. Desta vez, o traque saiu-lhe pelo local de onde deveria ter saído o discurso! Ou seja e desculpar-me-ão a grosseria linguística, em vez de falar, “cagou-se”. Para o povo português. Lamentavelmente. Outro exemplar destes políticos que fazem as delícias de um cronista é Cavaco Silva. Cavaco está politicamente senil. Soletra umas solenidades de circunstância, meia-dúzia de banalidades e, limitado intelectualmente como é, permanece “amarrado à âncora da sua ignorância”. Só neste contexto se compreende o espanto expresso publicamente com “o sorriso das vacas”, as lamurias por uma reforma insuficiente de 10 mil euros mensais, a constante repetição do “estou muito preocupado” e outros lugares-comuns que fazem deste parolo de Boliqueime uma fotocópia histórica de Américo Tomás, o almirante de Salazar. Já o escrevi aqui várias vezes. Na cabeça de Cavaco reina um vácuo absoluto. Pelo que, quando fala, balbucia algumas baboseiras lapalicianas reveladoras de quem não pode falar do mundo complexo em que vivemos com a inteligência de um homem de Estado. Simplesmente porque não a tem. Cavaco é uma irrelevância de quem nada há a esperar, a não ser afirmações como a recentemente proferida aquando das comemorações do 5 de Outubro de que “o futuro são os jovens deste país”! Pudera! Cavaco não surpreenderia ninguém se subscrevesse por exemplo a afirmação do Tomás ao referir-se à promulgação de um qualquer despacho número cem dizendo que lhe fora dado esse número “não por acaso mas porque ele vem não sequência de outros noventa e nove anteriores…” Tal e qual. Termino esta crónica socorrendo-me da adaptação feliz de um aforismo do comendador Marques de Correia e que diz assim: “Faz de Gaspar um novo Salazar, faz de Cavaco um novo Tomás e canta ó tempo volta para trás”. É que só falta mesmo isso. Que o tempo volte para trás. Porque Salazar e Tomás já os temos por cá. P.S.: Permitam-me a assumpção da mea culpa. Critiquei aqui violentamente José Sócrates. Mantenho o que disse. Mas hoje, comparando-o com esse garotelho sem Qualquer arcaboiço para governar chamado Passos Coelho, reconheço que é como comparar merda com pudim. Para Sócrates, obviamente, a metáfora do pudim. Sinceramente, nunca pensei ter de escrever isto. 

Luis Manuel Cunha
Professor In “Jornal de Barcelos” De 10.10.2012

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Pinóquio:O filme

A verdadeira versão do memorando...Mentem-nos nas TVs,ou então não leram esta peça de português macarrónico...No entanto,a maioria das malfeitorias que nos estão a impor não constam... http://www.portugal.gov.pt/media/371372/mou_pt_20110517.pdf

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Voando sobre um ninho de cucos

“Há 20 anos a Alemanha era vista como o doente da Europa”

Isso é para rir?
"a Alemanha é hoje muito do que é graças às reformas lançadas na altura".

[comentário da geral:Esse homem sabe alguma coisa de História?]

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Renato Seabra considerado culpado

Acabei de saber. 








Sim, Renato Seabra foi considerado culpado por um juri em que, segundo as enviadas das nossas tvs, os seus jurados até dormiram durante o processo...Eu tenho muitas dúvidas em acreditar num sistema judicial deste tipo. Também se soube hoje que Strauss-Kahn,apesar de ser inocente, acordou pagar à.."vítima"... 
Sim esse país decididamente não presta.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

De facto nunca se lhe conheceu um emprego...daí a sua raiva aos que trabalham...

A Wikipédia vale o que vale...
De gaspar se diz: Vítor Gaspar From Wikipedia, the free encyclopedia Jump to: navigation, search Vítor Gaspar Vítor Gaspar (May 2012) Minister of Finance Minister of State Incumbent Assumed office 21 June 2011 President Aníbal Cavaco Silva Prime Minister Pedro Passos Coelho Preceded by Fernando Teixeira dos Santos Personal details Born Vítor Louçã Rabaça Gaspar November 9, 1960 (age 52) Lisbon, Portugal Nationality Portuguese Political party Independent Alma mater Catholic University of Portugal Religion Roman Catholic Vítor Gaspar (born 9 November 1960) was an adviser to the Bank of Portugal since February 2010, having been from 2007 Director-General at the Bureau of European Policy Advisers (ERI) with the President of the European Commission. Previously he was Director-General for Research at the European Central Bank for six years. He is currently the Portuguese Finance Minister since 21 June 2011.[1] Gaspar was awarded a degree in economics by the Universidade Católica Portuguesa (UCP) in 1982, and has a doctorate in economics by the Universidade Nova de Lisboa, awarded in 1988. He is married and has three daughters. Minister of Finance He was appointed Portuguese Finance Minister of Prime Minister Pedro Passos Coelho's cabinet in 21 June 2011. In this capacity, Gaspar's policies included a firm intention to accomplish the European Union/IMF-led rescue plan for Portugal's sovereign debt crisis. The rescue plan included widespread tax increases and reforms aimed at better efficiency and rationalized resource allocation in the public sector, in order to reduce the number of unnecessary civil servants and chronic public sector's overcapacity.[2] As time went on it became increasingly clear that a series of supplementary measures would be taken during the course of the year as a means to restrain an out-of-control budget deficit. These included sharp cuts in spending on state-run healthcare, education and social security systems, along with widespread tax hikes. On 18 October 2011, the Portuguese Minister of Finance, Vítor Gaspar, said to the Portuguese television RTP 1, that the wage cuts imposed to public servants the previous week in the presentation of the Sate Budget for 2012, were the only way to avoid a much more painful and complex policy of public servant mass firing. He said that if wage cuts were not enforced, it would be necessary to get rid of about 100 thousand public servants immediately (under the terms of the law, Portuguese public servants were shielded from unemployment, so a number of special derogations would be needed to achieve this).

Trabalho? Népia...

Hoje:Burla legitimada

Hoje,em S.Bento,vai-se ratificar a burla.Ainda por cima,nem deixam os portugueses descansados,e quem acendeu a tv apanha com o morto.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Estatuto de aposentação da CGA

Artigo 78.º Incompatibilidades 12 24 35 1. Os aposentados não podem exercer funções públicas remuneradas para quaisquer serviços da administração central, regional e autárquica, empresas públicas, entidades públicas empresariais, entidades que integram o setor empresarial regional e municipal e demais pessoas coletivas públicas, exceto quando haja lei especial que o permita ou quando, por razões de interesse público excecional, sejam autorizados pelos membros do governo responsáveis pelas áreas das finanças e da Administração Pública. 2. Não podem exercer funções públicas nos termos do número anterior: a) Os aposentados que se tenham aposentado com fundamento em incapacidade;

BOM....

domingo, 25 de novembro de 2012

É como diz Catarina Martins...

Passos Coelho vive acima das suas possibilidades...







No entanto dá uma valente gorjeta a Alberto João. Mal ele sabe na sua ignorância que em França se chama Pourboire...

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Tim Hardin - Simple Song Of Freedom

Desaparecido...

 Desaparecido

 Sempre que leio nos jornais:
 "De casa de seus pais desapareceu. . . "
Embora sejam outros os sinais, 
Suponho sempre que sou eu.

Eu, verdadeiramente jovem,
Que por caminhos meus e naturais,
Do meu veleiro, que ora os outros movem,
Pudesse ser o próprio arrais.

Eu, que tentasse errado norte;
Vencido, embora, por contrário vento,
Mas desprezasse, consciente e forte,
O porto de arrependimento.

Eu, que pudesse, enfim, ser meu
— Livre o instinto, em vez de coagido,
"De casa de seus pais desapareceu..."
Eu, o feliz desaparecido

Carlos Queirós

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Co autores do roubo ou furto

Adão Silva (Bragança), Adriano Rafael Moreira (Porto), Afonso Oliveira (Porto), Amadeu Soares Albergaria (Aveiro), Ana Oliveira (Coimbra), Ana Sofia Bettencourt (Lisboa), Andreia Neto (Porto), Ângela Guerra (Guarda), António Leitão Amaro (Lisboa), António Prôa (Lisboa), António Rodrigues ( Lisboa), Arménio Santos (Viseu), Assunção Esteves (Lisboa), Bruno Coimbra (Aveiro), Bruno Vitorino (Setúbal), Carina Oliveira( Santarém), Carla Rodrigues (Aveiro), Carlos Abreu Amorim (Viana do Castelo), Carlos Alberto Gonçalves (Europa), Carlos Costa Neves (Castelo Branco), Carlos Páscoa Gonçalves (fora da Europa), Carlos Peixoto (Guarda), Carlos Santos Silva (Lisboa), Carlos São Martinho (Castelo Branco), Clara Marques Mendes (Braga), Cláudia Monteiro de Aguiar (Madeira), Conceição Bessa Ruão (Porto), Correia de Jesus (Madeira), Couto dos Santos (Aveiro), Cristovão Crespo (Portalegre), Cristovão Norte (Faro), Cristovão Simão Ribeiro (Porto), Duarte Marques (Santarém), Duarte Pacheco (Lisboa), Eduardo Teixeira (Viana do Castelo), Elsa Cordeiro (Faro), Emídio Guerreiro (Braga), Emília Santos (Porto), Frenando Marques (Leiria), Fernando Negrão (Braga), Fernando Virgílio Macedo (Porto), Francisca Almeida (Braga), Graça Mota (Braga), Guilherme Silva (Madeira), Hélder Sousa Silva (Lisboa), Hugo Lopes Soares (Braga), Hugo Velosa (Madeira), Isilda Aguincha (Santarém), Joana Barata Lopes (Lisboa), João Figueiredo (Viseu), João Lobo (Braga), João Prata (Guarda), Joaquim Ponte (Açores), Jorge Paulo Oliveira (Braga), José de Matos Correia (Lisboa), José de Matos Rosa (Lisboa), José Manuel Canavarro (Coimbra), Laura Esperança (Leiria), Lídia Bulcão (Açores), Luís Campos Ferreira (Porto), Luís Leite Ramos (Vila Real), Luís Menezes (Porto), Luís Montenegro (Aveiro), Luís Pedro Pimentel (Vila Real), Luís Vales (Porto), Margarida Almeida (Porto), Maria Conceição Pereira (Leirie), Maria da Conceição Caldeira (Lisboa), Maria das Mercês Borges (Setúbal), Maria Ester Vargas (Viseu), Maria João Ávila (fora da Europa), Maria José Castelo Branco (Porto), Maria José Moreno (Bragança), Maria Manuela Tender (Vila Real), Maria Paula Cardoso (Aveiro), Mário Magalhães (Porto), Mário Simões (Beja), Maurício Marques (Coimbra), Mendes Bota (Faro), Miguel Frasquilho (Porto), Miguel Santos (Porto), Mónica Ferro (Lisboa), Mota Amaral (Açores), Nilza de Sena (Coimbra), Nuno Encarnação (Coimbra), Nuno Filipe Matias (Setúbal), Nuno Reis (Braga), Nuno Serra (Santarém), Odete Silva (Lisboa), Paulo Batista Santos (Leiria), Paulo Cavaleiro (Aveiro), Paulo Mota Pinto (Lisboa), Paulo Rios de Oliveira (Porto), Paulo Simões Ribeiro (Setúbal), Pedro Alves (Viseu), Pedro do Ó Ramos (Setúbal), Pedro Lynce (Évora), Pedro Pimpão (Leiria), Pedro Pinto (Lisboa), Pedro Roque (Faro), Ricardo Baptista Leite (Lisboa(, Rosa Arezes (Viana do Castelo), Sérgio Azevedo (Lisboa), Teresa Costa Santos (Viseu), Teresa Leal Coelho (Porto), Ulisses Pereira (Aveiro), Valter Ribeiro (Leiria), Vasco Cunha (Santarém), Abel Baptista (Viana do Castelo), Adolfo Mesquita Nunes (Lisboa), Altino Bessa (Braga), Artur Rêgo (Faro), Helder Amaral (Viseu), Inês Teotónio Pereira (Lisboa), Isabel Galriça Neto (Lisboa), João Gonçalves Pereira (Lisboa), João Paulo Viegas (Setúbal), João Pinho de Almeida (Porto), João Rebelo (Lisboa), João Serpa Oliva (Coimbra), José Lino Ramos (Lisboa), José Ribeiro e Castro (Porto), Manuel Isaac (Leiria), Margarida Neto (Santarém), Michael Seufert (Porto), Nuno Magalhães (Setúbal), Raúl de Almeida (Aveiro), Telmo Correia (Braga), Teresa Anjinho (Aveiro), Teresa Caeiro (Lisboa) e Vera Rodrigues (Porto).

Curioso...Falam de insultos? Quais? Não ouvi nenhum.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

The number of the beast...

Cadastro 
PEDRO MANUEL MAMEDE PASSOS COELHO 

Presidente do Conselho de Administração da RIBTEJO – Tratamento e Valorização de Resíduos Industriais, S.A. entre 2005 a 2010 e Presidente do Conselho de Administração da HLCTejo, S.A. PROCESSOS DE EXECUÇÃO FISCAL: • 
PROCESSO N.º 3140200301009079 – VALOR 101,91 €– Instruído em 5.05.2003 e finalizado em 25.06.2003 •
PROCESSO N.º 3247200401019198 – VALOR 2.419,65 €– Instruído em 26.02.2004 e finalizado em 08.11.2005 • 
PROCESSO N.º 3247200401052195 - VALOR 2.464,30 € – Instruído em 24.07.2004 e finalizado em 04.08.2005 • 
PROCESSO N.º 3166200601074822 - VALOR 781,16 € – Instruído em 19.07.2006 e finalizado em 02.08.2006 • 
PROCESSO N.º 3166200701134396 - VALOR 151,75 € – Instruído em 09.10.2007 e finalizado em 05.11.2007 Teve mais processos de execução fiscal e teve processos de contra-ordenação.

 Apresentação frequente de declarações fora de prazo. Enquanto Presidente da RIBTEJO circulava num Mercedes de matrícula alemã para além do tempo que a Lei permite.

Intervenção interessante não fossem as idiotas intervenções de "moderadora"

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A carta

Carta de despedida à Presidência da República
 Excelência, Não me conhece, mas eu conheço-o e, por isso, espero que não se importe que lhe dê alguns dados biográficos. Chamo-me Pedro Miguel, tenho 22 anos, sou um recém-licenciado da Escola Superior de Enfermagem do Porto. Nasci no dia 31 de Julho de 1990 na freguesia de Miragaia. Cresci em Alijó com os meus avós paternos, brinquei na rua e frequentava a creche da Vila. Outras vezes acompanhava a minha avó e o meu avô quando estes iam trabalhar para o Meiral, um terreno de árvores de fruto, vinha (como a maioria daquela zona), entre outros. Aprendi a dizer “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite” quando me cruzava na rua com terceiros. Aprendi que a vida se conquista com trabalho e dedicação. Aprendi, ou melhor dizendo, ficou em mim a génesis da ideia de que o valor de um homem reside no poder e força das suas convicções, no trato que dá aos seus iguais, no respeito pelo que o rodeia. Voltei para a cidade onde continuei o meu percurso: andei numa creche em Aldoar, freguesia do Porto e no Patronato de Santa Teresinha; frequentei a escola João de Deus durante os primeiros 4 anos de escolaridade, o Grande Colégio Universal até ao 10º ano e a Escola Secundária João Gonçalves Zarco nos dois anos de ensino secundário que restam. Em 2008 candidatei-me e fui aceite na Escola Superior de Enfermagem do Porto, como referi, tendo terminado o meu curso em 2012 com a classificação de Bom. Nunca reprovei nenhum ano. No ensino superior conclui todas as unidades curriculares sem “deixar nenhuma cadeira para trás” como se costuma dizer. Durante estes 20 anos em que vivi no Grande Porto, cresci em tamanho, em sabedoria e em graça. Fui educado por uma freira, a irmã Celeste, da qual ainda me recordo de a ver tirar o véu e ficar surpreendido por ela ter cabelo; tive professores que me ensinaram a ver o mundo (nem todos bons, mas alguns dignos de serem apelidados de Professores, assim mesmo com P maiúsculo); tive catequistas que, mais do que religião, me ensinaram muito sobre amizade, amor, convivência, sobre a vida no geral; tive a minha família que me acompanhou e me fez; tive amigos que partilharam muito, alguns segredos, algumas loucuras próprias dos anos em flor; tive Praxe, aquilo que tanta polémica dá, não tendo uma única queixa da mesma, discutindo Praxe várias vezes com diversos professores e outras pessoas, e posso afirmar ter sido ela que me fez crescer muito, perceber muita coisa diferente, conviver com outras realidades, ter tirado da minha boca para poder oferecer um lanche a um colega que não tinha que comer nesse dia. Tudo isto me engrandeceu o espírito. E cresci, tornei-me um cidadão que, não sendo perfeito, luto pelas coisas em que eu acredito, persigo objetivos e almejo, como todos os demais, a felicidade, a presença de um propósito em existirmos. Sou exigente comigo mesmo, em ser cada vez melhor, em ter um lugar no mundo, poder dizer “eu existo, eu marquei o mundo com os meus atos”. Pergunta agora o senhor por que razão estarei eu a contar-lhe isto. Eu respondo-lhe: quero despedir-me de si. Em menos de 48 horas estarei a embarcar para o Reino Unido numa viagem só de ida. É curioso, creio eu, porque a minha família (inclusive o meu pai) foi emigrante em França (onde ainda conservo parte da minha família) e agora também eu o sou. Os motivos são outros, claro, mas o objetivo é mesmo: trabalhar, ter dinheiro, ter um futuro. Lamento não poder dar ao meu país o que ele me deu. Junto comigo levo mais 24 pessoas de vários pontos do país, de várias escolas de Enfermagem. Somos dos melhores do mundo, sabia? E não somos reconhecidos, não somos contratados, não somos respeitados. O respeito foi uma das palavras que mais habituado cresci a ouvir. A par dessa também a responsabilidade pelos meus atos, o assumir da consequência, boa ou má (não me considero, volto a dizer, perfeito). Esse assumir de uma consequência, a pro-atividade para fazer mais, o pensar, ter uma perspetiva sobre as coisas, é algo que falta em Portugal. Considero ridículas estas últimas semanas. Não entendo as manifestações que se fazem que não sejam pacíficas. Não sou a favor das multidões em protesto com caras tapadas (se estão lá, deem a cara pelo que lutam), daqueles que batem em polícias e afins. Mais, a culpa do país estar como está não é sua, nem dos sucessivos governos rosas e laranjas com um azul à mistura: a culpa é de todos. Porquê? Porque vivemos com uma Assembleia que pretende ser representativa, existindo, por isso, eleições. A culpa é nossa que vos pusemos nesse pódio onde não merecem estar. Contudo o povo cansou-se da ausência de alternativas, da austeridade, do desemprego, das taxas, dos impostos. E pedem um novo Abril. Para quê? O Abril somos nós, a liberdade é nossa. E é essa liberdade que nos permite sair à rua, que me permite escrever estas linhas. O que nós precisamos é que se recorde que Abril existiu para ser o povo quem “mais ordena”. E a precisarmos de algo, precisamos que nos seja relembrado as nossas funções, os nossos direitos, mas, sobretudo, principalmente, com muita ênfase, os nossos deveres. Porém, irei partir. Dia 18 de Outubro levarei um cachecol de Portugal ao pescoço e uma bandeira na bagagem de mão. Levarei a Pátria para outra Pátria, levarei a excelência do que todas as pessoas me deram para outro país. Mostrarei o que sou, conquistarei mais. Mas não me esquecerei nunca do que deixei cá. Nunca. Deixo amigos, deixo a minha família. Como posso explicar à minha sobrinha que tem um ano que eu a amo, mas que não posso estar junto dela? Como posso justificar a minha ausência? Como posso dizer adeus aos meus avós, aos meus tios, ao meu pai? Eles criaram, fizeram-me um Homem. Sou sem dúvida um privilegiado. Ainda consigo ter dinheiro para emigrar, o que não é para todos. Sou educado, tenho objetivos, tenho valores. Sou um privilegiado. E é por isso que lhe faço um último pedido. Por favor, não crie um imposto sobre as lágrimas e muito menos sobre a saudade. Permita-me chorar, odiar este país por minutos que sejam, por não me permitir viver no meu país, trabalhar no meu país, envelhecer no meu país. Permita-me sentir falta do cheiro a mar, do sol, da comida, dos campos da minha aldeia. Permita-me, sim? E verá que nos meus olhos haverá saudade e a esperança de um dia aqui voltar, voltar à minha terra. Voltarei com mágoa, mas sem ressentimentos, ao país que, lá bem no fundo, me expulsou dele mesmo. Não pretendo que me responda, sinceramente. Sei que ser político obriga a ser politicamente correto, que me desejará boa sorte, felicidades. Prefiro ouvir isso de quem o diz com uma lágrima no coração, com o desejo ardente de que de facto essa sorte exista no meu caminho. 

 Cumprimentos, Pedro Marques

Caminante No Hay Camino

Sylvia...1952 -2012.

The show must go on...

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Muda de vida...

Depois de termos os crâneos deles...

Há uns anos exigiram-me um "Atestado de Robustez Física e Psíquica".Não era suposto pedi-lo aos candidatos a cargos políticos?

Isto de facto não é economia nem política...

E o roubo continua...Salários milionários pagos a mais uns quantos inúteis..

Gaspar «oculta» salários milionários do IGCP







O Presidente da nova agência de gestão da dívida pública ganhará 300 mil euros por ano Mais de um mês sem responder a um jornal. Também o PS ficou sem explicações. O ministro das Finanças não quer falar sobre os altos salários dos gestores da nova Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública. O IGCP passou a ser recentemente uma empresa pública e o seu presidente, João Moreira Rato, vai ganhar quase 300 mil euros por ano, segundo o «Correio da Manhã». Também Cristina Casalinho, vogal do IGCP e antiga economista-chefe do BPI, ganhará mais do que o primeiro-ministro. Ora este jornal confrontou há mais de um mês o Ministério das Finanças com este assunto, mas ficou sem resposta. Voltou a insistir na semana passada e o silêncio de Vítor Gaspar permanece. O PS também questionou o primeiro-ministro sobre o regime remuneratório de exceção no IGCP (que prevê que os gestores possam optar pelo salário médio dos últimos três anos), mas Passos Coelho devolveu o requerimento à Assembleia da República, «dizendo que a responsabilidade não era dele, mas do ministro das Finanças», explicou ao CM o líder parlamentar socialista, Carlos Zorrinho. O PS questionou, depois, o ministro das Finanças, que se remeteu ao silêncio.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

OS DEPUTADOS DO PSD E CDS QUE NÃO SE ESQUEÇAM:SEAPROVAREM ESTE ORÇAMENTO SÃO CÚMPLICES!!!

Menina de 11 anos notificada para pagar imposto de selo «Com 7 anos e já dona de um carro, é obra. Confesso que nunca tinha visto»

Eu penso que foram ordens que vieram de cima... Para o OE de 2014 todas as crianças em idade escolar vão pagar IRS As Finanças notificaram uma menina de 11 anos, de Vizela, para uma audição prévia relacionada com o não-pagamento do chamado «imposto de selo» da sua pretensa viatura, referente ao ano de 2008. «Eu compreendo que o Estado precisa de arranjar dinheiro seja de que maneira for, mas também nem tanto», ironizou Abílio Monteiro, pai da criança notificada. No entanto, e no mesmo registo irónico, manifestou-se até disponível para pagar o selo e a multa, desde que o Estado lhe «devolva» a viatura em causa. «Mas só se o carro valer a pena, se for um chaço velho não quero», acrescentou. A filha de Abílio Monteiro chama-se Bruna Alexandra Sousa Monteiro, mas, conforme informação que recolheu na Repartição de Finanças de Vizela, a notificação teria como destinatário Bruno Alexandre Sousa Monteiro Nunes, residente na Reboleira, Amadora. Mesmo com o reconhecimento do engano, a situação não ficou resolvida. «A funcionária disse-me que ia tentar resolver, ficou com o meu contacto e estou à espera que me diga alguma coisa. Às tantas, ainda vou ter de tirar um papel, que custa 3 euros, para entregar no notário», criticou. Serralheiro mecânico, Abílio Monteiro confessou que ficou «de boca aberta» quando encontrou na caixa do correio uma carta das Finanças, dirigida à filha. Uma criança que, em 2008, ano do não-pagamento do imposto de circulação, tinha apenas 7 anos. «Com 7 anos e já dona de um carro, é obra. Confesso que nunca tinha visto», rematou.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Thats wy da ladys a tramp?

Também é por isto que cada vez gosto mais da Lady Gaga


Londres, octubre 9 - La cantante estadounidense Lady Gaga, contrariando la posición de su país, y para sorpresa británica, visitó este lunes en la noche a Julian Assange en la embajada de Ecuador en Londres. La vocalista estuvo durante más de cinco horas en el recinto diplomático y cenó con Assange, quien se encuentra allí en calidad de asilado y a la espera de poder salir rumbo a Ecuador. Pese a que Ecuador le ha concedido el asilo político, el Gobierno británico se niega a otorgar un salvoconducto al fundador de WikiLeaks, portal responsable de la filtración de miles de cables diplomáticos que comprometieron a gobiernos de todo el mundo y perjudicaron especialmente a Estados Unidos. El pasado mes de agosto, Assange fue visto en público cuando hizo una declaración a la prensa desde una ventana de la embajada, ya que si sale del edificio diplomático sería inmediatamente arrestado. No se han conocido todavía las reacciones del gobierno británico ni del estadounidense ante esta inesperada visita a Assange. Lady Gaga se declaró admiradora del australiano. Esta nota ha sido leída aproximadamente 1436 veces. 13 45 Notas relacionadas Internacionales

Os gregos são bons anfitriãos...

http://www.ustream.tv/channel/10853729

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

As formigas e a cigarrona tonta que anda de Audi

Divulgação de uma situação relatada na primeira pessoa, por Aida Figueira

Colegas:
Sou do grupo 250 e no dia 12 fiquei colocada nos Açores, na EBS da Povoação. Leciono há 17 anos, nunca me afastei da minha zona de conforto e depois da fase do pânico passei à fase do “um ano passa depressa e afinal de contas muitos colegas desejariam este lugar”. Telefonei para a escola, sublinhei o facto de ser

do continente e de não ter alojamento, pelo que me foram fornecidos contacto
s de quartos e apartamentos. Após as despedidas sempre dolorosas e toda a logística que envolve deixar uma vida no continente por um ano, lá segui para S. Miguel. Chegada à escola fui encaminhada para os Serviços Administrativos, onde preenchi a papelada do costume. Informaram-me então que deveria aguardar até me apresentar no Conselho Executivo uma vez que se encontravam em reunião. Quando finalmente me apresentei, e ainda radiante com a forma como decorreram os concursos no Açores (que respeitam a graduação, são rápidos e afixam e cumprem as datas de publicação das listas), deparei-me com um autêntico pesadelo. O horário que me foi atribuído contemplava 5 escolas diferentes de 1º Ciclo (um concelho inteiro), a lecionar AEC’s, sendo que num dos dias da semana teria de me deslocar para 3 escolas diferentes com mais de 10 Km de distância entre elas! Entrei imediatamente em pânico e, apesar do meu desespero apenas me foi dito, repetidas vezes, que teria de ter carro e que se não o tivesse teria de o adquirir! Para abreviar, estive 4 ou 5 horas nesta situação, tendo-me sido inclusivamente mostradas por um colega (que não sei quem era porque ninguém se apresentou no Conselho Executivo) páginas da net de um stand da Povoação que vendia automóveis. Questionei repetidas vezes o facto de NINGUÉM me ter informado desta situação pelo telefone e foi-me dito, várias vezes por esse mesmo elemento do CE, que deveria ter colocado essas questões à escola. Foi assumido o esquecimento da parte da escola devido ao excesso de trabalho no início do ano letivo. Posteriormente, lá me foi dito que teria direito às despesas de combustível, mas que teria de ter carro, uma vez que o meu único “problema” era esse. Acabei por desistir do horário, mas tendo contactado o Sindicato de Professores dos Açores que me atendeu de forma rápida e extremamente competente, fui informada do facto de ter direito a transporte e afins, uma vez que aparentemente “ainda” não nos é exigida carta de condução para concorrer. Pedi também o livro de reclamações, que o dito “colega” disse logo não existir, e apresentei a minha queixa. Balanço final: 500 euros de despesas de avião, uma crise de nervos e uma revolta muito grande por verificar que nem com os nossos “colegas” estamos seguros. Agradeço que todos divulguem esta situação, que acontece em quase todas as colocações da EBS da Povoação, de modo a que mais nenhum colega passe pelo que passei.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

People are Strange...

Que pretende Portas ao demarcar-se do PSD?

Avivando a memória...O CDS votou contra a aprovação da Constituição.
Nesta comédia só me posso lembrar de Grouxo Marx:
«Como pode Portas aceitar ser sócio de um clube que o aceita como sócio?»



Não sou vegetariano,logo não frequento restaurantes vegetarianos.

sábado, 23 de junho de 2012

É este o currículo do homem?Deixa-me rir. Esteve em tudo que tem dado bronca...




Team
Vitor GASPAR

Vitor Gaspar

Vitor Gaspar was special adviser at Banco de Portugal, before becoming Head of BEPA in January 2007. Before that, he was Director-General Research at the European Central Bank from September 1998 until December 2004. He was also Director of the Research and Statistics Department of Banco de Portugal and Director of Economic Studies at the Portuguese Ministry of Finance.

He has been associated with European integration. He was alternate member of the Monetary Committee from 1989 to 1998 and personal representative of the Finance Minister in the IGC leading to the Maastricht Treaty. He was also Chairman of the Alternates of the Monetary Committee from1994 to1998. He was member of GEPA from 2005 to 2006.

His research interests are macroeconomic policy, public economics, political economy and financial integration.

He has published numerous articles (including in EER, JEEA, Macroeconomic Dynamics, International Finance, Journal of Development Economics) and books. Among the latter 'Imperfect knowledge and Monetary Policy' was written jointly with Otmar Issing and published by Cambridge University Press.

Avião turco militar abatido na Siria


domingo, 20 de maio de 2012

Santo Ofício



COMUNICADO DO CONSELHO DE REDACÇÃO (do Publico)
A jornalista Maria José Oliveira pediu ao Conselho de Redacção que analisasse uma
série de episódios ocorridos na passada quarta-feira, na qual o ministro Adjunto e dos
Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, queixou-se ao jornal de estar a ser perseguido,
ameaçando a jornalista e o PÚBLICO se fosse publicada uma determinada notícia,
relacionada com o caso das “secretas”. A notícia não foi publicada.
O CR ouviu a jornalista, a editora de Política e os directores Bárbara Reis e Miguel
Gaspar e, destas auscultações, entende considerar o assunto em duas vertentes: as
ameaças de Miguel Relvas e a não publicação da notícia.
As ameaças
As ameaças foram confirmadas pela editora de Política, que recebera um telefonema
de Relvas depois de Maria José Oliveira ter enviado ao ministro questões para uma
notícia de follow-up às incongruências das declarações do governante ao Parlamento,
um dia antes. Relvas terá dito que, se o jornal publicasse a notícia, enviaria uma queixa
à ERC, promoveria um “black out” de todos os ministros em relação ao PÚBLICO e
divulgaria, na Internet, dados da vida privada da jornalista. Estas ameaças foram
reiteradas num segundo contacto telefónico.
A editora de Política afirma que, ao longo dos anos, sempre recebeu ameaças de
governantes e sempre as tratou da mesma maneira, ignorando-as. De qualquer forma,
a jornalista foi informada pela editora do teor da conversa com o ministro e ambas, a
pedido da jornalista, levaram o caso à directora Bárbara Reis, que não atribuiu relevo
às ameaças, por também lidar com situações do género com muita frequência.
Posteriormente, Miguel Relvas falou com Bárbara Reis, a contestar o conteúdo da
notícia saída no papel naquele dia, sobre a qual a jornalista pretendia fazer um followup.
A directora não interpelou o ministro sobre as ameaças feitas no telefonema à
editora. Até ontem, quinta-feira, a direcção editorial não tinha tomado posição, nem
feito qualquer diligência sobre as ameaças em si. Segundo a directora, é um assunto
que tem de ser tratado com calma, e não “a quente”. O director Miguel Gaspar
considera que o caso é grave e vai ser tratado pela direcção.
O Conselho de Redacção é da opinião que ameaças como aquelas, vindas de um dos
ministros mais importantes do Governo e que, além disso, tem o pelouro da
Comunicação Social, não deviam ter sido tratadas como se fosse um episódio normal,
igual a tantos outros. Pelo contrário, o CR considera que as ameaças, cujo único fim
era condicionar a publicação de trabalhos incómodos para o ministro, são intoleráveis
e revelam um desrespeito inadmissível do governante em relação à actividade
jornalística, ao jornal PÚBLICO e à jornalista Maria José Oliveira. Mostram, ainda, uma
grosseira distorção do comportamento de um governante que, ao invés de zelar pela
liberdade de imprensa, vale-se de ameaças – um acto essencialmente cobarde – para
tentar travar um órgão de comunicação social que cumpre o seu inalienável papel de
contra-poder.
O PÚBLICO teve três oportunidades para lidar com as ameaças: no primeiro
telefonema à editora de Política, numa segunda conversa telefónica com a directora e
nas próprias páginas do jornal do dia seguinte, através de uma notícia, um editorial,
uma nota da direcção, ou qualquer outra forma pela qual o PÚBLICO manifestasse o
repúdio pelos actos do ministro, que é de manifesto interesse público divulgar. Os
portugueses têm o direito de saber quem é e como age o seu ministro Adjunto e dos
Assuntos Parlamentares, e o PÚBLICO tem a obrigação de revelar este triste episódio,
no âmbito da cobertura que tem feito do caso das “secretas”.
Nada, no entanto, foi feito nem no dia em que as ameaças foram proferidas, nem no
dia seguinte. Editores e directores têm toda a legitimidade para tratar dos assuntos
sob a sua tutela de acordo com o seu modo e juízo pessoal. Mas, neste caso, o jornal
falhou ao não repudiar imediata e publicamente a inaceitável atitude de pressão
daquele que é considerado o “número 2” do Governo da República. O PÚBLICO não
pode nunca aceitar, calado, tal tipo de pressões e é lamentável que o tenha feito.
Os elementos do CR irão estudar o caso com o advogado do jornal e com o Sindicato
dos Jornalistas para definir acções futuras junto das entidades competentes.
A não publicação do artigo
O artigo que não chegou a ser publicado era um follow-up da notícia que apontava
incongruências no depoimento de Relvas no Parlamento, publicada no papel naquela
quarta-feira. Maria José Oliveira enviou ao ministro perguntas que não tinham sido
feitas ou respondidas no Parlamento. O resultado foi uma notícia cujo “lead” era o de
que o ministro se recusava a esclarecer ao PÚBLICO sobre as incongruências,
acrescentando mais alguns detalhes sobre as mesas.
A editora de Política, antes de receber o telefonema do ministro, disse que não valeria
a pena publicar a notícia no papel, pois não trazia nada de substancialmente novo em
relação ao que já tinha sido escrito. A editora reiterou várias vezes ao CR que decidira
não publicar no papel antes do telefonema de Miguel Relvas, com as ameaças. Não se
opôs, de qualquer forma, que fosse publicada no online, porque o texto que constava
na edição escrita do jornal (e onde eram já mencionadas as incongruências nas
respostas do ministro) não estava disponível na edição electrónica.
Segundo a directora Bárbara Reis, a relevância do artigo levantou dúvidas desde o
meio da tarde junto dos editores do online. A jornalista foi questionada várias vezes
sobre a redacção da notícia ao longo da tarde e o próprio texto que saíra no jornal
naquele dia foi alvo de reconfirmação, na sequência de um telefonema de Miguel
Relvas à directora a dizer que a notícia era falsa. A direcção confirmou que a notícia já
publicada no papel estava correcta.
Só já à noite é que o director Miguel Gaspar, a quem o assunto foi passado horas
depois de ter sido discutido por editores e pela directora, decidiu não publicar a
notícia. Miguel Gaspar disse ao CR que a decisão baseou-se única e exclusivamente na
sua interpretação de que dizer apenas que o ministro não respondera ao PÚBLICO não
era uma notícia – em consonância com opiniões já expressas pela directora e pela
editora-substituta do online. A editora de Política, como referido, não se opôs à notícia
sair no online, dizendo ao CR que não interfere na edição electrónica. Miguel Gaspar
afirmou ainda ter sugerido à jornalista que continuasse a investigar o caso, fazendo
eventualmente um trabalho mais sistematizado, com mais dados, sobre as
incongruências do ministro Miguel Relvas.
Os membros do Conselho de Redacção consideram que existia relevância noticiosa no
texto de Maria José Oliveira, que fez o que qualquer jornalista deve fazer: não deixou
cair a história e trabalhou para aprofundá-la, procurando esclarecimentos junto do
ministro.
O CR é da opinião que, mesmo que os telefonemas do ministro não tenham tido aqui
qualquer influência, a não publicação da notícia passará a imagem para fora, quando o
assunto vier a tornar-se público, como é expectável, de que foi justamente isto o que
aconteceu: que o PÚBLICO vergou-se perante ameaças do “número 2” do Governo.
Independentemente da mais-valia de se aguardar por um follow-up mais aprofundado,
a publicação da notícia, juntamente com a divulgação pública das pressões do
ministro, teria certamente evitado este possível dano na imagem de independência do
PÚBLICO, imagem esta que o jornal tem o dever de preservar.
Bruno Prata
Clara Viana
João D’Espiney
João Ramos de Almeida
Luís Francisco
Luís Miguel Queirós
Ricardo Garcia
Rita Siza