demissão

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Petição Neoliberal...Simplesmente Genial.Temos de Fazer O mesmo Por Cá!

Petição on-line:


Thatcher state funeral to be privatised

Responsible department: Cabinet Office

In keeping with the great lady's legacy, Margaret Thatcher's state funeral should be funded and managed by the private sector to offer the best value and choice for end users and other stakeholders. The undersigned believe that the legacy of the former PM deserves nothing less and that offering this unique opportunity is an ideal way to cut government expense and further prove the merits of liberalised economics Baroness Thatcher spearheaded.



Por cá devíamos fazer o mesmo relativamente a uns quantos que quando Finalmente nos deixarem em paz terão direito a funeral de estado...

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Prendas de Natal...Esta devia ser boa para uns quantos...


Os presentes perfeitos...
(ler no Guardian)

A seco,sem consulta prevista...assim se revoga tudo




A seguir revogam o 25 de Abril




MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA
Gabinete do Ministro
Despacho n.º 17169/2011
O documento Currículo Nacional do Ensino Básico — Competências
Essenciais, divulgado em 2001, foi assumido a partir do ano lectivo
2001/2002 como a referência central para o desenvolvimento do currículo
e nos documentos orientadores do Ensino Básico.
O documento, contudo, continha uma série de insuficiências que na
altura foram debatidas, mas não ultrapassadas, e que, ao longo dos anos,
se vieram a revelar questionáveis ou mesmo prejudiciais na orientação
do ensino.
Por um lado, o documento não é suficientemente claro nas recomendações
que insere. Muitas das ideias nele defendidas são demasiado
ambíguas para possibilitar uma orientação clara da aprendizagem. A
própria extensão do texto, as repetições de ideias e a mistura de orientações
gerais com determinações dispersas tornaram -no num documento
curricular pouco útil.
Por outro lado, o documento insere uma série de recomendações
pedagógicas que se vieram a revelar prejudiciais. Em primeiro lugar,
erigindo a categoria de «competências» como orientadora de todo
o ensino, menorizou o papel do conhecimento e da transmissão
de conhecimentos, que é essencial a todo o ensino. Em segundo
lugar, desprezou a importância da aquisição de informação, do
desenvolvimento de automatismos e da memorização. Em terceiro
lugar, substituiu objectivos claros, precisos e mensuráveis por objectivos
aparentemente generosos, mas vagos e difíceis, quando
não impossíveis de aferir. Dessa forma, dificultou a avaliação formativa
e sumativa da aprendizagem. As competências não devem
ser apresentadas como categoria que engloba todos os objectivos
de aprendizagem, devendo estes ser claramente decompostos em
conhecimentos e capacidades. Os conhecimentos e a sua aquisição
têm valor em si, independentemente de serem mobilizados para a
aplicação imediata.
Em síntese, o referido documento aderiu a versões extremas de algumas
orientações pedagógicas datadas e não fundamentadas cientificamente.
E fê -lo pretendendo impor essas visões como orientadoras
oficiais de toda a aprendizagem.
Sendo verdade que cabe às instituições oficiais ter em consideração
a experiência educativa e os conhecimentos científicos relevantes
para o ensino, também é verdade que não lhes cabe impor às escolas
e aos professores orientações pedagógicas extremas, nem o currículo
se deve tornar um veículo para a imposição do experimentalismo
pedagógico.
O Ministério da Educação e Ciência pretende reduzir o controlo central
de todo o sistema educativo, assim como o excesso de regulamentação
e a burocracia. O currículo nacional deve definir os conhecimentos e as
capacidades essenciais que todos os alunos devem adquirir e permitir
aos professores decidir como ensinar de forma mais eficaz, gerindo o
currículo e organizando da melhor forma a sua actividade lectiva. Assim,
deverá dar -se aos professores uma maior liberdade profissional sobre a
forma como organizam e ensinam o currículo. Em paralelo, deverá ser
feita uma avaliação mais rigorosa sobre o resultado do seu trabalho e
do da escola, primordialmente através da avaliação dos conhecimentos
adquiridos pelos alunos.
Neste quadro, e no respeito pelas orientações decorrentes da Lei de
Bases do Sistema Educativo e das grandes medidas para a educação
anunciadas no programa do XIX Governo Constitucional, verifica -se
que o documento Currículo Nacional do Ensino Básico — Competências
Essenciais não reúne condições de ser orientador da política educativa
preconizada para o Ensino Básico, pelo que se dá por finda a sua
aplicação.
O currículo deverá incidir sobre conteúdos temáticos, destacando o
conhecimento essencial e a compreensão da realidade que permita aos
alunos tomarem o seu lugar como membros instruídos da sociedade.
É decisivo que, no futuro, não se desvie a atenção dos elementos
essenciais, isto é, os conteúdos, e que estes se centrem nos aspectos
fundamentais. Desta forma, o desenvolvimento do ensino em cada
disciplina curricular será referenciado pelos objectivos curriculares e
conteúdos de cada programa oficial e pelas metas de aprendizagem de
cada disciplina.
Nestes termos, determino o seguinte:
a) O documento Currículo Nacional do Ensino Básico — Competências
Essenciais deixa de constituir documento orientador do Ensino
Básico em Portugal;
b) As orientações curriculares desse documento deixam de constituir
referência para os documentos oficiais do Ministério da Educação e
Ciência, nomeadamente para os programas, metas de aprendizagem,
provas e exames nacionais;
c) Os programas existentes e os seus auxiliares constituem documentos
orientadores do ensino, mas as referências que neles se encontram a
conceitos do documento Currículo Nacional do Ensino Básico — Competências
Essenciais deixam de ser interpretados à luz do que nele é
exposto;
d) Os serviços competentes do Ministério de Educação e Ciência,
através da Secretaria de Estado do Ensino Básico e Secundário, irão
elaborar documentos clarificadores das prioridades nos conteúdos fundamentais
dos programas; esses documentos constituirão metas curriculares
a serem apresentadas à comunidade educativa, e serão objecto
de discussão pública prévia à sua aprovação.
12 de Dezembro de 2011. — O Ministro da Educação e Ciência, Nuno
Paulo de Sousa Arrobas Crato.
205480374

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Rodrigo Leão - Vida Tão Estranha

Carta aberta ao 1º ministro (do Facebook)

Exmo Senhor Primeiro Ministro

Começo por me apresentar, uma vez que estou certa que nunca ouviu falar de mim. Chamo-me Myriam. Myriam Zaluar é o meu nome “de guerra”. Basilio é o apelido pelo qual me conhecem os meus amigos mais antigos e também os que, não sendo amigos, se lembram de mim em anos mais recuados.

Nasci em França, porque o meu pai teve de deixar o seu país aos 20 e poucos anos. Fê-lo porque se recusou a combater numa guerra contra a qual se erguia. Fê-lo porque se recusou a continuar num país onde não havia liberdade de dizer, de fazer, de pensar, de crescer. Estou feliz por o meu pai ter emigrado, porque se não o tivesse feito, eu não estaria aqui. Nasci em França, porque a minha mãe teve de deixar o seu país aos 19 anos. Fê-lo porque não tinha hipóteses de estudar e desenvolver o seu potencial no país onde nasceu. Foi para França estudar e trabalhar e estou feliz por tê-lo feito, pois se assim não fosse eu não estaria aqui. Estou feliz por os meus pais terem emigrado, caso contrário nunca se teriam conhecido e eu não estaria aqui. Não tenho porém a ingenuidade de pensar que foi fácil para eles sair do país onde nasceram. Durante anos o meu pai não pôde entrar no seu país, pois se o fizesse seria preso. A minha mãe não pôde despedir-se de pessoas que amava porque viveu sempre longe delas. Mais tarde, o 25 de Abril abriu as portas ao regresso do meu pai e viemos todos para o país que era o dele e que passou a ser o nosso. Viemos para viver, sonhar e crescer.

Cresci. Na escola, distingui-me dos demais. Fui rebelde e nem sempre uma menina exemplar mas entrei na faculdade com 17 anos e com a melhor média daquele ano: 17,6. Naquela altura, só havia três cursos em Portugal onde era mais dificil entrar do que no meu. Não quero com isto dizer que era uma super-estudante, longe disso. Baldei-me a algumas aulas, deixei cadeiras para trás, saí, curti, namorei, vivi intensamente, mas mesmo assim licenciei-me com 23 anos. Durante a licenciatura dei explicações, fiz traduções, escrevi textos para rádio, coleccionei estágios, desperdicei algumas oportunidades, aproveitei outras, aprendi muito, esqueci-me de muito do que tinha aprendido.

Cresci. Conquistei o meu primeiro emprego sozinha. Trabalhei. Ganhei a vida. Despedi-me. Conquistei outro emprego, mais uma vez sem ajudas. Trabalhei mais. Saí de casa dos meus pais. Paguei o meu primeiro carro, a minha primeira viagem, a minha primeira renda. Fiquei efectiva. Tornei-me personna non grata no meu local de trabalho. “És provavelmente aquela que melhor escreve e que mais produz aqui dentro.” – disseram-me – “Mas tenho de te mandar embora porque te ris demasiado alto na redacção”. Fiquei.

Aos 27 anos conheci a prateleira. Tive o meu primeiro filho. Aos 28 anos conheci o desemprego. “Não há-de ser nada, pensei. Sou jovem, tenho um bom curriculo, arranjarei trabalho num instante”. Não arranjei. Aos 29 anos conheci a precariedade. Desde então nunca deixei de trabalhar mas nunca mais conheci outra coisa que não fosse a precariedade. Aos 37 anos, idade com que o senhor se licenciou, tinha eu dois filhos, 15 anos de licenciatura, 15 de carteira profissional de jornalista e carreira ‘congelada’. Tinha também 18 anos de experiência profissional como jornalista, tradutora e professora, vários cursos, um CAP caducado, domínio total de três línguas, duas das quais como “nativa”. Tinha como ordenado ‘fixo’ 485 euros x 7 meses por ano. Tinha iniciado um mestrado que tive depois de suspender pois foi preciso escolher entre trabalhar para pagar as contas ou para completar o curso. O meu dia, senhor primeiro ministro, só tinha 24 horas…

Cresci mais. Aos 38 anos conheci o mobbying. Conheci as insónias noites a fio. Conheci o medo do amanhã. Conheci, pela vigésima vez, a passagem de bestial a besta. Conheci o desespero. Conheci – felizmente! – também outras pessoas que partilhavam comigo a revolta. Percebi que não estava só. Percebi que a culpa não era minha. Cresci. Conheci-me melhor. Percebi que tinha valor.

Senhor primeiro-ministro, vou poupá-lo a mais pormenores sobre a minha vida. Tenho a dizer-lhe o seguinte: faço hoje 42 anos. Sou doutoranda e investigadora da Universidade do Minho. Os meus pais, que deviam estar a reformar-se, depois de uma vida dedicada à investigação, ao ensino, ao crescimento deste país e das suas filhas e netos, os meus pais, que deviam estar a comprar uma casinha na praia para conhecerem algum descanso e descontracção, continuam a trabalhar e estão a assegurar aos meus filhos aquilo que eu não posso. Material escolar. Roupa. Sapatos. Dinheiro de bolso. Lazeres. Actividades extra-escolares. Quanto a mim, tenho actualmente como ordenado fixo 405 euros X 7 meses por ano. Sim, leu bem, senhor primeiro-ministro. A universidade na qual lecciono há 16 anos conseguiu mais uma vez reduzir-me o ordenado. Todo o trabalho que arranjo é extra e a recibos verdes. Não sou independente, senhor primeiro ministro. Sempre que tenho extras tenho de contar com apoios familiares para que os meus filhos não fiquem sozinhos em casa. Tenho uma dívida de mais de cinco anos à Segurança Social que, por sua vez, deveria ter fornecido um dossier ao Tribunal de Família e Menores há mais de três a fim que os meus filhos possam receber a pensão de alimentos a que têm direito pois sou mãe solteira. Até hoje, não o fez.

Tenho a dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: nunca fui administradora de coisa nenhuma e o salário mais elevado que auferi até hoje não chegava aos mil euros. Isto foi ainda no tempo dos escudos, na altura em que eu enchia o depósito do meu renault clio com cinco contos e ia jantar fora e acampar todos os fins-de-semana. Talvez isso fosse viver acima das minhas possibilidades. Talvez as duas viagens que fiz a Cabo-Verde e ao Brasil e que paguei com o dinheiro que ganhei com o meu trabalho tivessem sido luxos. Talvez o carro de 12 anos que conduzo e que me custou 2 mil euros a pronto pagamento seja um excesso, mas sabe, senhor primeiro-ministro, por mais que faça e refaça as contas, e por mais que a gasolina teime em aumentar, continua a sair-me mais em conta andar neste carro do que de transportes públicos. Talvez a casa que comprei e que devo ao banco tenha sido uma inconsciência mas na altura saía mais barato do que arrendar uma, sabe, senhor primeiro-ministro. Mesmo assim nunca me passou pela cabeça emigrar…

Mas hoje, senhor primeiro-ministro, hoje passa. Hoje faço 42 anos e tenho a dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: Tenho mais habilitações literárias que o senhor. Tenho mais experiência profissional que o senhor. Escrevo e falo português melhor do que o senhor. Falo inglês melhor que o senhor. Francês então nem se fale. Não falo alemão mas duvido que o senhor fale e também não vejo, sinceramente, a utilidade de saber tal língua. Em compensação falo castelhano melhor do que o senhor. Mas como o senhor é o primeiro-ministro e dá tão bons conselhos aos seus governados, quero pedir-lhe um conselho, apesar de não ter votado em si. Agora que penso emigrar, que me aconselha a fazer em relação aos meus dois filhos, que nasceram em Portugal e têm cá todas as suas referências? Devo arrancá-los do seu país, separá-los da família, dos amigos, de tudo aquilo que conhecem e amam? E, já agora, que lhes devo dizer? Que devo responder ao meu filho de 14 anos quando me pergunta que caminho seguir nos estudos? Que vale a pena seguir os seus interesses e aptidões, como os meus pais me disseram a mim? Ou que mais vale enveredar já por outra via (já agora diga-me qual, senhor primeiro-ministro) para que não se torne também ele um excedentário no seu próprio país? Ou, ainda, que venha comigo para Angola ou para o Brasil por que ali será com certeza muito mais valorizado e feliz do que no seu país, um país que deveria dar-lhe as melhores condições para crescer pois ele é um dos seus melhores – e cada vez mais raros – valores: um ser humano em formação.

Bom, esta carta que, estou praticamente certa, o senhor não irá ler já vai longa. Quero apenas dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: aos 42 anos já dei muito mais a este país do que o senhor. Já trabalhei mais, esforcei-me mais, lutei mais e não tenho qualquer dúvida de que sofri muito mais. Ganhei, claro, infinitamente menos. Para ser mais exacta o meu IRS do ano passado foi de 4 mil euros. Sim, leu bem, senhor primeiro-ministro. No ano passado ganhei 4 mil euros. Deve ser das minhas baixas qualificações. Da minha preguiça. Da minha incapacidade. Do meu excedentarismo. Portanto, é o seguinte, senhor primeiro-ministro: emigre você, senhor primeiro-ministro. E leve consigo os seus ministros. O da mota. O da fala lenta. O que veio do estrangeiro. E o resto da maralha. Leve-os, senhor primeiro-ministro, para longe. Olhe, leve-os para o Deserto do Sahara. Pode ser que os outros dois aprendam alguma coisa sobre acordos de pesca.

Com o mais elevado desprezo e desconsideração, desejo-lhe, ainda assim, feliz natal OU feliz ano novo à sua escolha, senhor primeiro-ministro e como eu sou aqui sem dúvida o elo mais fraco, adeus

Myriam Zaluar, 19/12/2011

Rapidamente e em força...

Bora lá...que fique ele na pocilga!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Donatien:Serviços mínimos:Noticias da greve geral-Esquerda.net

Donatien:Serviços mínimos:Noticias da greve geral-PCP

Carris...o esbulho continua...



Carta da Marisa Moura à administração da Carris







Exmos. Senhores José Manuel Silva Rodrigues, Fernando Jorge Moreira
da Silva, Maria Isabel Antunes, Joaquim José Zeferino e Maria Adelina
Rocha,

Chamo-me Marisa Sofia Duarte Moura e sou a contribuinte nº 215860101
da República Portuguesa. Venho por este meio colocar-vos, a cada um de
vós, algumas perguntas:

Sabia que o aumento do seu vencimento e dos seus colegas, num total
extra de 32 mil euros, fixado pela comissão de vencimentos numa altura
em que a empresa apresenta prejuízos de 42,3 milhões e um buraco de
776,6 milhões de euros, representa um crime previsto na lei sob a
figura de gestão danosa?

Terá o senhor(a) a mínima noção de que há mais de 600 mil pessoas
desempregadas em Portugal neste momento por causa de gente como o
senhor(a) que, sem qualquer moral, se pavoneia num dos automóveis de
luxo que neste momento custam 4.500 euros por mês a todos os
contribuintes?

A dívida do país está acima dos 150 mil milhões de euros, o que
significa que eu estou endividada em 15 mil euros. Paguei em impostos
no ano passado 10 mil euros. Não chega nem para a minha parte da
dívida colectiva. E com pessoas como o senhor(a) a esbanjar desta
forma o meu dinheiro, os impostos dos contribuintes não vão chegar
nunca para pagar o que realmente devem pagar: o bem-estar colectivo.

A sua cara está publicada no site da empresa. Todos os portugueses
sabem, portanto, quem é. Hoje, quando parar num semáforo vermelho,
conseguirá enfentar o olhar do condutor ao lado estando o senhor(a) ao
volante de uma viatura paga com dinheiro que a sua empresa não tem e
que é paga às custas da fome de milhares de pessoas, velhos, adultos,
jovens e crianças?

Para o senhor auferir do seu vencimento, agora aumentado ilegalmente,
e demais regalias, há 900 mil pessoas a trabalhar (inclusive em
empresas estatais como a “sua”) sem sequer terem direito a Baixa se
ficarem doentes, porque trabalham a recibos verdes. Alguma vez pensou
nisso? Acha genuinamente que o trabalho que desempenha tem de ser
tamanhamente bem remunerado ao ponto de se sobrepôr às mais
elementares necessidades de outros seres humanos?

Despeço-me sem grande consideração, mas com alguma pena da sua pessoa
e com esperança que consiga reativar alguns genes da espécie humana
que terá com certeza perdido algures no decorrer da sua vida.


Marisa Moura

24 de Novembro -Greve Geral

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

The all world is watching...Se necessário fosse não hesitariam em disparar sobre os manifestantes...

Nas ruas se vê o apoio ao novo governo "grego"

Deputados, comprem a água mineral com o vosso dinheiro

Quando quero beber água em casa bebo da torneira...
Na Escola,meu local de trabalho se quero beber ou compro...não é o caso também bebo da torneira


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Deputados, comprem a água mineral com o vosso dinheiro



Comissão de Ambiente chumbou proposta do PS para servir água da torneira Comissão de Ambiente chumbou proposta do PS para servir água da torneira (Paulo Ricca)

Uma dose de irracionalidade não é mal-vinda na actividade política. Ao pensamento linear podem, por vezes, escapar as ideias “fora da caixa”, como está na moda dizer. Não é possível, porém, enquadrar nessa interpretação a recusa da maioria dos deputados da comissão parlamentar do Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local em aprovar uma proposta para que nas suas reuniões seja servida água da torneira.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Teatro Nacional fechado pelo governo...Vergonha nacional












Por "falta" de dinheiro a partir de 2012 o teatro nacional fica sem programação...Vergonhoso

Dois meses...Occupy Wall Street...

Mirage...

Hungria vai multar sem-abrigo que vivam na rua Publicado às 01.21


O Parlamento húngaro aprovou uma lei que pretende multar os sem-abrigo que vivam na rua. A norma, que entrará em vigor a 1 de Dezembro, procura atribuir multas de 500 euros ou seis meses de prisão aos infractores.(JN)
Esta lembra-me uma dp salazar quando proibiu os pé-descalço...ou a prostituição...a partir dessa altura deixaram de existir...A que ponto vai esta atitude fascista e anormal...

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A coroação de Bokassa (excerto de Werner Herzog)


Por cá também temos parecidos...
Coroação em que o Vaticano se fez representar...e a França,obviamente...(Vestido à Napoleoão)...De Werner Herzog

"Echoes from a Somber Empire" (disponível no youtube

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A Conquista do Pão












Julgava eu,na minha cândida ignorância que a doutrina anarquista, a meu ver tão bem expressa na obra em epígrafe, de Pedro Kropotkine,se tinha esgotado e já não fazia parte das tendências da sociedade do século XXI. Ficara na Comuna, na Espanha Republicana e pouco mais...
...Mas não,acordem os que acreditam!

Este Pedro que quer acabar com o estado é mesmo um herdeiro do outro Pedro...Ou não é verdade que o emblema do PPD tem uma seta negra?

Keiser Report...Sempre interessante.

Uns são filhos,outros nem enteados

São escandalosos estes vencimentos...e há aqui gente que nem se lhe conhece o trabalho...

Catarina Furtado
= 30 mil euros
José Carlos Malato = 20 mil euros
Fernando Mendes = 20 mil euros
Jorge Gabriel = 18 mil euros
Sílvia Alberto = 18 mil euros
João Baião = 18 mil euros
Sónia Araújo = 14 mil euros
Nuno Santos = 14 mil euros
José Rodrigues dos Santos = 13 mil euros
Tânia Ribas de Oliveira = 10 mil euros
Fátima Campos Ferreira = 10 mil euros
Maria Elisa = 7 mil euros

via democrato

sábado, 5 de novembro de 2011

Repetem-se erros que conduziram Hitler ao poder


Dois académicos da universidade espanhola Pompeu Fabra concluíram pela história, matemática e economia o que muitos políticos aprendem na pele - que a austeridade provoca contestação social, e que mais vale subir impostos do que cortar benefícios.

"Quanto mais corto nos benefícios sociais, mais agitação social tenho. O nível expectável de agitação aumenta maciçamente à medida que cai a despesa do Estado", disse à Agência Lusa Hans-Joachim Voth, um dos autores do estudo, resumindo a investigação que fez com Jacopo Ponticelli, com o título "Austeridade e Anarquia: Cortes Orçamentais e Agitação Social na Europa, 1919-2009".

No estudo, os dois investigadores olharam para os movimentos de contestação social, incluindo motins, manifestações, greves gerais, assassinatos políticos, crises governamentais e tentativas de revolução, ao longo de 90 anos, em 26 países, incluindo Portugal.

Um período que envolveu uma guerra mundial, assassinatos de presidentes e líderes políticos, nascimentos e mortes de nações, o fim da colonização e inúmeras revoltas e revoluções.

Ponticelli e Voth, investigador de História Económica, concluíram que os países que escolheram aumentar os impostos em vez de reduzir as prestações e serviços sociais enfrentaram menos contestação nas ruas.

"Subir impostos quase não teve efeitos, em comparação com os cortes na despesa. Quem paga impostos tem emprego e portanto, tem muito a perder, enquanto quem recebe transferências sociais - grande parte da despesa pública nos países observados - tem pouco a perder e sente que não é parte interessada na sociedade", explica o investigador.

Não é preciso ocupar as ruas...Há muitas maneiras de lixar os bancos...

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Agora é o Irão?



Curiosamente,quando além dos USA é Israel o único país com capacidade de fazer a guerra nuclear...o Império vira-se para o Irão...Não se esqueçam que não há Impérios que durem 1ooo anos...

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Gato é o mesmo que Coelho?


Tenho dúvidas...mas o ministro da saúde não tem...
Será que ele acha que um travesti é o mesmo que uma mulher?
Em todo o caso...não gosto de genéricos...

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

A Palavra a Santana Castilho

Menos Estado II


Lembro-me de uma visita que fez ao Brasil enquanto Primeiro Ministro e que dizem ter levado 16 litros de sangue...
Austeridade? Bah!

Menos Estado...

Menos Estado? Então,ao ficar com 66% do BPI...mais um Banco falido e vender a CGD...
Devo ser loura burra porque não percebo.

E a austeridade é para?

-Ah,para(...)ah,já percebi...

cecilia bartoli

Diana Damrau...

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Uma Imbecidade destas nunca é demais ser mostrada...Passou na tv? Realmente não sei.


This just in 10/25/2011: The murder of Muammar Ghaddafi last week was just part of a plan to re-establish colonial control over Africa. Hillary Clinton is now trying to claim the role as signator to the $200 billion or so that was in Gaddafi's name. In order to access much of that money, 5 African nations, including Somalia, Zaire and Uganda, will have to be invaded, CIA sources claim.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Voice Mail da CIA...
























Dial, 1-800 666-CIA6...
Hi - you have reached the voice mail of the CIA. Please press

1: For our install a new dictator plan.

2: For our drug smuggling ring.

3: For satanic child sex slavery operations.

4: If you're a elected official who needs to hide a dead hooker fast!

5: If you wanna hear the joke that is the 9/11 cover-up by us. (jet fuel 666)

But, if this is Mr. Rothschild or satan himself or the anti christ, we will take your call immediately stay on the line please!

Que sorte é um 800...se fosse em Portugal era em 707....

Falta um...Sabem a quem me refiro...lol

Confirmada a morte de Gadafi?

Gadafi morto... ou outra golpada dos subprime boys?

terça-feira, 18 de outubro de 2011

O Substitulo de Manuel Pinho...Grande Escolha!


Diz que escreveu um livro...Grande habilidade...A Carolina Salgado,também

Há mais vida para além da austeridade...por isso uns patuscos dizem umas piadas parvas para ver se os portugueses sorriem

Orçamento de Estado para 2011.E nós,somos Palhaços


1929.


Foi preciso uma guerra...E agora? Que sacrifícios vão pedir?

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Rammstein - Requiem for a Dream

Professora imola-se pelo fogo em frente aos alunos: Isso sempre foi o sonho dos últimos governos que tivemos...Deste também

Uma professora de Matemática ateou fogo ao próprio corpo no recreio de uma escola no sul de França. A docente acabou por morrer no hospital.

Segundo a AFP e a RTL, a professora de 44 anos despejou gasolina sobre o corpo e imolou-se pelo fogo durante o intervalo da manhã de quinta-feira, na escola de Beziers, sul de França. De imediato, professores e alunos tentaram apagar o fogo com peças de roupa. A docente acabou por morrer nesta sexta-feira, no hospital de Montpellier. Alunos chocados estão a ser assistidos por psicólogos.

«Ela tinha o corpo em chamas e andava de mãos na cabeça», descreve um estudante. «Várias pessoas tentavam apagar o fogo, mas ela dizia 'Não, deixem-me em paz. Não preciso de ajuda. Deus mandou-me fazer isto'», afirmou Karim, um dos 3.000 alunos daquela escola, que foram enviados para casa após o incidente.

O caso choca os franceses. O ministro da Educação, Luc Chatel, deslocou-se na sexta-feira ao hospital de Montpellier, onde a professora se encontra internada em estado grave, tendo acabado por falecer. «Foi um acto desesperado de uma pessoa que se encontra numa situação de grande fragilidade», declarou o governante à rádio RTL.

Segundo a imprensa francesa, a docente sofria de distúrbios emocionais e tinha uma relação conflituosa com alunos e encarregados de educação. O incidente ocorreu após uma reunião, na véspera, em a professora e a sua turma falharam uma tentativa de reconciliação.

Nem me apetece dizer nada.Estou farto de ser roubado:Thieves Like Us - Never Known Love

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Grécia: Novas Imagens de 5 de Outubro

Apoiem!

olha k xatisse...não vão gamar para a Síria...Portugal votou a favor...

Atenas 5 de Outubro:a Democracia que sócrates,coelho e portas gostam

Tube parado.Mais um suícidio .

Aerosmith - Cryin'

Comemorar o quê no 5 de Outubro?A volta da oligarquia?

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Purcell : Chaconne


a Folia est, à l'origine, une danse dont il est fait pour la première fois mention dans un texte portugais du XVe siècle. Il s'agissait d'un rite chorégraphique lié à la fertilité lors duquel les danseurs portaient des hommes habillés en femmes sur leurs épaules. Le rythme rapide de la danse ainsi que son aspect insensé furent certainement à l'origine de son nom. Parmi un certain nombre de thèmes, émergea une mélodie de base. Jusqu'au milieu du XVIIe, elle se répandit en Italie (Follia) et en France (Folie d'Espagne) puis le thème évolua rapidement pour prendre sa forme définitive dans cette suite d'accords : réM/La7/réM/do/fa/do/réM/la7 réM/La7/réM/do/fa/do/rém-la7/réM Apparue aux alentours de 1650 puis publiée en 1672 par Lully, cette mélodie se stabilisera en se ralentissant et devint le thème d'innombrables variations dont les plus célèbres furent celles de Corelli parues en 1700. A partir de ce moment, Les Folies habitèrent consciemment et parfois inconsciemment la musique occidentale et ne la quittèrent plus. La plupart du temps, elles prirent la forme « thème et variations » ; parfois elles ne furent qu'une citation sans grand développement (J.S.Bach, Keiser); quelques fois, elles ne furent qu'une inspiration pour une autre mélodie (sarabande de Händel, chaconne de Purcell); elles sont même dissimulées dans certaines œuvres comme dans l'andante de la 5ème symphonie de Beethoven. Même si les XIXème & XXème siècles furent moins riches en Folias, elles inspirèrent de nombreux compositeurs tels que Liszt, Paganini, Rodrigo ou Rachmaninov qui intitula ses variations « sur un thème de Corelli » car il ignorait l'origine exacte de la mélodie. De nos jours, les Folies hantent encore notre imaginaire musical et l'on peut les retrouver dans des musiques de film (La B.O. de Barry Lyndon de Kubrick inspirée de la sarabande de Händel ou bien celle de 1492 de Ridley Scott composée par Vangelis.) et, plus surprenant, dans l'univers des jeux vidéo (bande sonore de Final Fantasy IX composée par Nobuo Uematsu).
21 Henry Purcell
1659-1695
Elève de John Blow, Henry Purcell lui succéda (à 22 ans) au poste d'organiste de l'abbaye de Westminster. Il cumula cet emploi avec celui d'organiste de la Chapelle Royale.
Mais ce n'est pas pour son œuvre instrumentale que Purcell est considéré comme un des plus grands compositeurs anglais mais plutôt pour son œuvre scénique. Purcell composa un certain nombre de "semi-opéras" comme The Fairy Queen (d'après Shakespeare) ou King Arthur et surtout le premier opéra anglais : Didon et Enée (1689).
Malheureusement, cet opéra fut le seul de cet auteur qui est considéré comme le premier et le principal musicien baroque anglais.
En effet, alors qu'une fois de plus Henry rentrait tard d'une soirée au théâtre, il trouva porte close. Son épouse, qui en avait peut-être assez de passer ses soirées seule avec ses gamins, ne répondit à aucun de ses appels et le pauvre compositeur dut passer la nuit dehors.
Or, le climat londonien étant ce qu'il est, Purcell en tomba malade et mourut quelques temps après. La musique anglaise ne s'en remit pas...
Purcell connaissait le thème de la Folia et ce n'est pas par hasard qu'il composa deux pièces inspirées de ce thème : un air de King Arthur et la chaconne extraite de The Fairy Queen. Dans les deux cas, Purcell arrange le thème en le modifiant, ce qui fait que stricto sensu elle ne sont pas considérées comme des pures Folies d'Espagne.
C'est la chaconne tirée de The Fairy Queen que je vous propose d'écouter.
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Armand-Louis Couperin. La Chéron por Skip Sempé

Armand-Louis Couperin. La Chéron (Skip Sempé)