demissão

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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Anedotas até ao último dia do ano...Quadros interactivos podem ter de ser retirados das escolas

Quadros interactivos podem ter de ser retirados das escolas - Sol
Os quadros interactivos montados nas escolas podem ter de ser recolhidos. Tudo porque o Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto deu razão à empresa InClass, que contesta o concurso público de fornecimento destes equipamentos.
Na sentença, a que o SOL teve acesso, o juiz anula a adjudicação feita pela então ministra Maria de Lurdes Rodrigues e ordena «que o concurso seja refeito».
Em causa está o facto de a InClass ter sido excluída por, segundo o júri, ter apresentado uma proposta com canetas interactivas que funcionam a pilhas, quando o caderno de encargos pedia o funcionamento com baterias. «O que ficou provado é que as canetas funcionam efectivamente com baterias», diz o advogado da empresa, Pedro Serra, que aponta «outras irregularidades» no processo de selecção. «Em sede de esclarecimentos, o júri alterou as regras e permitiu que a formação dada aos professores fosse de 45 minutos e não de duas horas, como constava no caderno de encargos e como estava na proposta da InClass».
O Ministério ainda pode recorrer da decisão, mas a InClass garante que vai exigir uma indemnização por ter ficado de fora de um concurso adjudicado por nove milhões de euros. «Houve perda de lucro, mas também houve danos irreparáveis para a imagem da empresa que no estrangeiro já ganhou vários concursos destes», afirma Pedro Serra, que acredita que a Nautilus, empresa vencedora do concurso, também pode vir a pedir uma indemnização ao Estado «por ter de recolher o material fornecido».
Contactado pelo SOL, o Ministério da Educação não explicou se pretende recorrer da sentença ou se vai recolher os quadros instalados em Fevereiro.
margarida.davim@sol.pt

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Não,não é possível mudar de assunto...

Chefias da Segurança Social foram promovidas com retroactivos a Janeiro

A Segurança Social promoveu todas as chefias para compensar os cortes salariais no próximo ano. O aumento tem efeitos retroactivos ao início de 2010. As nomeações foram hoje publicadas em Diário da República e são assinadas pelo ministro das Finanças.

Mas mudemos de assunto...Diana Krall - Walk On By (From "Live In Rio")

Bpn II

Revista do Ano. BPN

Bobby Farell um dos vocalistas dos Boney M morreu



Quem não se lembra dele?...








quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Afinal o sr poupadinho é que gasta mais na campanha...

Afinal, Cavaco Silva que afirmava querer uma campanha eleitoral económica, gasta desalmadamente na dele...

Ladroagem III: um poste gamado a Anabela Magalhães

Armando Vara é o novo PCA da Camargo Corrêa África Sol

Armando Vara é o novo Presidente do Conselho de Administração da Camargo Corrêa África, tendo assim a seu cargo as actividades da empresa brasileira em Moçambique e Angola. A informação foi dada por fonte autorizada da Camargo Corrêa, que adiantou que Vara ocupou o cargo no dia 1 de Setembro, tendo viajado para Portugal no dia 14, com regresso previsto para daqui duas semanas a Maputo, onde trabalhará.

Recorde-se que Armando Vara é acusado de vários crimes em Portugal, nomeadamente tráfico de influência e dolo. Ocupava, até início de Julho, o cargo de vice-presidente do Millennium BCP (sócio maioritário do Millennium bim) do qual se terá demitido. Note-se que Vara estava suspenso da administração do BCP desde Novembro de 2009, em razão do processo que corre contra ele em tribunal.

Em Moçambique, a Camargo Corrêa tem 51% de uma cimenteira, mais precisamente em Nacala, num investimento de cerca de 42 milhões de euros, e uma capacidade de produção de 350.000 toneladas por ano. Por outro lado, também actua no ramo da construção civil, no projecto de uma mina de carvão da também brasileira Vale, em Moatize, num investimento de 1,3 mil milhões de dólares.

No sector de energia eléctrica, a Camargo Corrêa detém um contrato de 1,5 mil milhões de dólares para construir a barragem moçambicana de Mphanda Nkuwa.

Em Angola, a Camargo Corrêa trabalha na reabilitação da Estrada Nacional Lubango - Benguela, sendo também responsável pela implementação de acessos na Zona do Porto e de Vias Marginas em Luanda. Desenvolve ainda projectos de incorporação imobiliária e de construções e edificações para comércio e residências.

No início do ano, o grupo brasileiro anunciou a construção de uma cimenteira em Angola, num investimento de 200 milhões de dólares, em parceria com a angolana Gema e a Escom, do grupo Espírito Santo.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Ladroagem II:Doze gestores públicos levam 1,6 milhões só em salários - JN

Doze gestores públicos levam 1,6 milhões só em salários

Doze gestores públicos levam 1,6 milhões só em salários

00h15m

Virgínia Alves
Das 18 empresas públicas cujos mandatos dos conselhos de administração terminam este mês, em 12 delas os custos com os vencimentos dos presidentes ascendem a 1,6 milhões de euros, valor a que não foram somados os prémios nem as ajudas de custo.
 

 
Entre Março e Maio do próximo ano, quando ocorrem as assembleias gerais, deverão ser conhecidas as composições dos conselhos de administração de 18 empresas públicas. O Governo tem até essa data que decidir que nomeia novas figuras ou se reconduz as lideranças.
Lideranças que, em 2009, e apenas para os presidentes dos conselhos de administração de 12 empresas, sem contar com prémios e ajudas de custo, que variam de acordo com a empresa, ascenderam a uma conta superior a 1,6 milhões de euros.
Quanto a possíveis mudanças, as referidas empresas não avançam qualquer comentário, dizendo que o "assunto será analisado oportunamente com a tutela".
Das 18 empresas públicas dos diversos sectores sabe-se que o presidente dos CTT, Estanislau Costa, já anunciou não estar disponível para continuar à frente da empresa, "por razões que são, exclusivamente, do foro pessoal e familiar".
De acordo com a notícia avançada pelo jornal "Sol", no último dia 23, Estanislau Costa continuou a receber durante quase dois anos o vencimento da PT (23 mil euros) quando já era administrador dos CTT (15 mil euros) e que se terá demitido antes de se tornar pública a auditoria da Inspecção-geral das Finanças.
Quanto a nomes em fins de mandato, o do presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Faria de Oliveira (aufere cerca de 371 mil euros por ano, sem ajudas nem prémios), começou a ser falado ainda em Agosto, aquando de uma notícia que o dava de saída da CGD no final do mandato, por indisponibilidade do próprio. Na altura, o banco reagiu referindo que a notícia era "desprovida de qualquer fundamento".
Pedro Serra, presidente da Águas de Portugal, também termina o mandato este mês, desconhecendo-se qual a vontade do administrador ou mesmo do Executivo na sua continuação.
Mudanças ou reconduções estão também anunciadas para os diferentes portos portugueses, de Aveiro, Douro e Leixões, Lisboa, Sines, Setúbal e Sesimbra, bem como na administração da Transtejo e do Metro do Porto.
 
 

Ladroagem.

 

 

 

 

Empresas públicas ganham milhões com mercados e não dão ao Estado

por Filipe Paiva Cardoso, Publicado em 28 de Dezembro de 2010  |  Actualizado há 6 horas
Tribunal conclui que o governo tem argumentos para demitir gestores públicos de CP, Metro e Refer

domingo, 26 de dezembro de 2010

Zé Povinho: CONTRA A EXPLORAÇÃO

Zé Povinho: CONTRA A EXPLORAÇÃO: "É simplesmente revoltante assistir ao empenhamento do governo, do maior partido da oposição e da UGT, no sentido de mudar o actual Código do..."