terça-feira, 16 de outubro de 2012
E o roubo continua...Salários milionários pagos a mais uns quantos inúteis..
Gaspar «oculta» salários milionários do IGCP
O Presidente da nova agência de gestão da dívida pública ganhará 300 mil euros por ano Mais de um mês sem responder a um jornal. Também o PS ficou sem explicações. O ministro das Finanças não quer falar sobre os altos salários dos gestores da nova Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública. O IGCP passou a ser recentemente uma empresa pública e o seu presidente, João Moreira Rato, vai ganhar quase 300 mil euros por ano, segundo o «Correio da Manhã». Também Cristina Casalinho, vogal do IGCP e antiga economista-chefe do BPI, ganhará mais do que o primeiro-ministro. Ora este jornal confrontou há mais de um mês o Ministério das Finanças com este assunto, mas ficou sem resposta. Voltou a insistir na semana passada e o silêncio de Vítor Gaspar permanece. O PS também questionou o primeiro-ministro sobre o regime remuneratório de exceção no IGCP (que prevê que os gestores possam optar pelo salário médio dos últimos três anos), mas Passos Coelho devolveu o requerimento à Assembleia da República, «dizendo que a responsabilidade não era dele, mas do ministro das Finanças», explicou ao CM o líder parlamentar socialista, Carlos Zorrinho. O PS questionou, depois, o ministro das Finanças, que se remeteu ao silêncio.
O Presidente da nova agência de gestão da dívida pública ganhará 300 mil euros por ano Mais de um mês sem responder a um jornal. Também o PS ficou sem explicações. O ministro das Finanças não quer falar sobre os altos salários dos gestores da nova Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública. O IGCP passou a ser recentemente uma empresa pública e o seu presidente, João Moreira Rato, vai ganhar quase 300 mil euros por ano, segundo o «Correio da Manhã». Também Cristina Casalinho, vogal do IGCP e antiga economista-chefe do BPI, ganhará mais do que o primeiro-ministro. Ora este jornal confrontou há mais de um mês o Ministério das Finanças com este assunto, mas ficou sem resposta. Voltou a insistir na semana passada e o silêncio de Vítor Gaspar permanece. O PS também questionou o primeiro-ministro sobre o regime remuneratório de exceção no IGCP (que prevê que os gestores possam optar pelo salário médio dos últimos três anos), mas Passos Coelho devolveu o requerimento à Assembleia da República, «dizendo que a responsabilidade não era dele, mas do ministro das Finanças», explicou ao CM o líder parlamentar socialista, Carlos Zorrinho. O PS questionou, depois, o ministro das Finanças, que se remeteu ao silêncio.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Orçamento Geral de Estado 2013 (vulgo assalto)
Aqui podem ver o roubo:
http://pt.scribd.com/doc/110090285/Relatorio-%E2%80%93-Orcamento-de-Estado-2013-Portugal
domingo, 14 de outubro de 2012
Afinal quem é que tinha armas de destruição massiva?
Armas democráticas dos países democráticos (USA e UK)provocam defeitos nas crianças nascidas no Iraque
foto:RT
foto:RT
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