Mais uma vez vai assinar um acordo de concertação?
Eu gostava mesmo de saber quantos trabalhadores representa a ugt...pelo menos pagantes...
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
sábado, 21 de janeiro de 2012
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Os trabalhadores vão ter de pagar as balas com que serão fuzilados.
O descaramento da escumalha sucialista chegou a um ponto indescritível.
No novo pacote,que será, indubitavelmente concertado pela UGT e por outros moncosos, pretende-se que os novos trabalhadores descontem do seu salário uma percentagem para uma futura indemnização por despedimento.
Há por aí países,agora amigos, em que os condenados à morte,pagam a bala.
A escumalha sucialista
UGT aceita aumento faseado do salário mínimo até 500 euros
Em conferência de imprensa, o secretário-geral da UGT, João Proença, disse no entanto que o aumento deve ser feito "o mais rapidamente possível" de forma a atingir os 500 euros até final de 2011, objectivo de que não abdica.
Recorde-se que a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) defende que o aumento do salário mínimo deve ser faseado, aumentando 2,2% em Janeiro, em linha com a inflação esperada, para depois sofrer uma nova revisão em Julho e outra no final do ano.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Até estes...
Ao que chegou isto...
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Quinta-feira, 14 de Outubro de 2010
UGT bate com a porta: "o Pacto para o Emprego morreu hoje"
A UGT não está disponível para continuar a discussão do acordo tripartido de emprego. A garantia foi dada hoje por João Proença da UGT, à saída da reunião de concertação social. "Quanto a nós o Pacto tripartido para o emprego morreu hoje aqui na Concertação Social", disse o líder sindical que continua a defender a contestação social, “principalmente quando os temas estão ainda a ser discutidos”.
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Para João Proença, o pacote de austeridade (PEC III) é de “uma insensibilidade social extrema”.“Lutámos para que as pensões mais baixas tivessem um aumento e o governo acaba por determinar o seu congelamento em 2011. Não queremos continuar neste sistema”, explicou João Proença, garantindo que as discussões devem continuar mas não assente num pacto tripartido.
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A UGT considera essencial a aprovação do código contributivo, considerando-o “uma forma de combate à fraude e de combate à precariedade”, explicou João Proença aos jornalistas.Para o líder sindical, as medidas de austeridade aprovadas pelo governo vão, “além de aumentar drasticamente o desemprego, provocar uma grave recessão económica”.
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sexta-feira, 28 de maio de 2010
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